Música, livros, escrever, ler, bichos de pelúcia, biologia marinha, Avril Lavigne, Caio Castro, Nicholas Sparks, bichos de pelúcia, animais marinhos, amizades, sinceridade, já disse bichinhos de pelúcia? Liberdade, felicidade, independência... Por enquanto é isso. Espero que gostem, se não gostarem, continuarei assim ;) Home About me Ask me? Tumblr Link



Páginas em branco, textos rabiscados, o que estou dizendo? O que estou fazendo? Deixando você escrever as linhas dos meus atos, o que estou fazendo? Cuidando de nós, tentando não ser tão eu, quem sabe assim eu não estrague mais. Deixando você chegar tão perto de mim, o que está fazendo? Onde está aquela chave que prometi, ninguém a pegaria. E entreguei o mapa a ti, porque segue tão bem, só vê se não se perde, vê se não me perde. Pedi “não olhe para os lados, machucados são comuns” e o que você está fazendo? Já disse “não tente concertar coisas que estão quebradas, coisas que são erradas”, mas você está tentando, está concertando. O que está fazendo? Não entendo mais, você está me encontrando, eu estou me encontrando. Então me diga, o que você está fazendo? Porque eu nunca conheci alguém assim, que passeasse tão bem por este labirinto, que eu construí, mas também me perco, às vezes encontro, às vezes lanço o desafio de me procurarem, mas são caminhos complicados e acabam encontrando outras coisas, desistem. O que você está fazendo? O caminho não é belo, o que te encantou na procura? Por que você consegue chegar tão perto daquela ali. Aquela que nem mesmo eu consigo decifrar. 
Jéssica Corsso

Páginas em branco, textos rabiscados, o que estou dizendo? O que estou fazendo? Deixando você escrever as linhas dos meus atos, o que estou fazendo? Cuidando de nós, tentando não ser tão eu, quem sabe assim eu não estrague mais. Deixando você chegar tão perto de mim, o que está fazendo? Onde está aquela chave que prometi, ninguém a pegaria. E entreguei o mapa a ti, porque segue tão bem, só vê se não se perde, vê se não me perde. Pedi “não olhe para os lados, machucados são comuns” e o que você está fazendo? Já disse “não tente concertar coisas que estão quebradas, coisas que são erradas”, mas você está tentando, está concertando. O que está fazendo? Não entendo mais, você está me encontrando, eu estou me encontrando. Então me diga, o que você está fazendo? Porque eu nunca conheci alguém assim, que passeasse tão bem por este labirinto, que eu construí, mas também me perco, às vezes encontro, às vezes lanço o desafio de me procurarem, mas são caminhos complicados e acabam encontrando outras coisas, desistem. O que você está fazendo? O caminho não é belo, o que te encantou na procura? Por que você consegue chegar tão perto daquela ali. Aquela que nem mesmo eu consigo decifrar. 

Jéssica Corsso


23/05/2012
11:21pm
0 notes
Reblog
Tags:  meustextos #





19/05/2012
5:34pm
28,221 notes
Reblog



Adoro nossas discussões de quem ama mais, mas você sabe que eu sempre ganho, né amor?

Jéssica Corsso

13/05/2012
10:10pm
0 notes
Reblog
Tags:  meustextos # 28lagrimas #





30/04/2012
9:14pm
12,372 notes
Reblog




Não há letra que descreva melhor…


23/04/2012
9:09pm
0 notes
Reblog
Tags:  28lagrimas #



Com o tempo você se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você passa a chorar com menos lágrimas e mais dor.

Jéssica Corsso

22/04/2012
1:25pm
1 note
Reblog



Respira fundo, sente o peito apertar, abre as asas e voa. Nas histórias sem pontos finais, nos adeus sem avisos, nas pétalas que foram arrancadas sem dó de machucar a flor, em todas as diversas vezes em que a vontade era abrir o peito e arrancar o coração como se fosse nada e morrer, enfim. Em todas essas vezes, em que as lágrimas caem salgando o rosto, fazendo ver o mundo embaçado e sombrio. Dessas vezes… aquelas vezes em que queremos parar e desistir. Não vale prender a respiração na tentativa tola de acabar com os pulmões, não vale querer desesperadamente se tacar no primeiro precipício que achar. Nesses tempo loucos e destrutivos, você não vai baixar a cabeça. Nesse frio insuportável, é das tuas forças que parecem finalizadas, que as asas vão se abrir uma vez mais e voar. Viver é etcétera.


22/04/2012
1:05pm
13 notes
Reblog



Como acreditar que ela é a mesma garota? Não é. Estável, quem imaginou que um dia ela poderia ficar satisfeita estável? Quem imaginou que ela poderia ser feliz assim? Amigos? Ela desistiu. Quem imaginaria que um dia ela deixaria de lutar por eles? Adotou o pensamento de que se eles não se importam com ela, por que ela se importaria com eles? Logo ela. O que aconteceu com essa garota? Não mudou completamente, alguns pontos fracos são os mesmos, às vezes sonha. Mas é completamente diferente, nem ela se reconhece no reflexo do espelho. Aquele sorriso, o que ele faz ali todo dia? O que ela faz tão distante de seu melhor amigo? A lógica não seria aproveitar o tempo que tem antes dele ir embora? Já foi. Ela aceitou? (…) Alguns pontos fracos são os mesmos. Outros são diferentes. Olha como ela está dependente de seu namorado. Isso não é bom, é? Ela não sabe. Pelo menos sua dependência se restringe apenas a uma pessoa. Suas amigas? Amizades completamente diferentes das que tinha, das que acreditava ser verdadeiras. Não pode ficar sem o que fazer, se não desata a escrever e se arrepende, porque parece que sempre que escreve, algo que citou no texto… Algo muda, como quando ela diz que o céu está bonito e olha para o outro lado e vê uma nuvem preta se aproximar. Mas ela está tão bem assim. A nuvem há de ser apenas imaginação, já desaparece.
Jéssica Corsso

Como acreditar que ela é a mesma garota? Não é. Estável, quem imaginou que um dia ela poderia ficar satisfeita estável? Quem imaginou que ela poderia ser feliz assim? Amigos? Ela desistiu. Quem imaginaria que um dia ela deixaria de lutar por eles? Adotou o pensamento de que se eles não se importam com ela, por que ela se importaria com eles? Logo ela. O que aconteceu com essa garota? Não mudou completamente, alguns pontos fracos são os mesmos, às vezes sonha. Mas é completamente diferente, nem ela se reconhece no reflexo do espelho. Aquele sorriso, o que ele faz ali todo dia? O que ela faz tão distante de seu melhor amigo? A lógica não seria aproveitar o tempo que tem antes dele ir embora? Já foi. Ela aceitou? (…) Alguns pontos fracos são os mesmos. Outros são diferentes. Olha como ela está dependente de seu namorado. Isso não é bom, é? Ela não sabe. Pelo menos sua dependência se restringe apenas a uma pessoa. Suas amigas? Amizades completamente diferentes das que tinha, das que acreditava ser verdadeiras. Não pode ficar sem o que fazer, se não desata a escrever e se arrepende, porque parece que sempre que escreve, algo que citou no texto… Algo muda, como quando ela diz que o céu está bonito e olha para o outro lado e vê uma nuvem preta se aproximar. Mas ela está tão bem assim. A nuvem há de ser apenas imaginação, já desaparece.

Jéssica Corsso


22/04/2012
12:46pm
0 notes
Reblog
Tags:  meustextos #



Até mesmo seus textos sobre felicidade soam depressivos. Estranho. Sabe, ela ganhou um filtro de sonhos. Achou bonitinho e etc, mas aí acreditar que ele tenha algo de especial, algo que tire aqueles sonhos perturbadores… Aí é ser boba demais. Passou a primeira noite, nada lhe atormentou. Não lembrava de seu sonho, apenas acordou com uma sensação boa… Apenas uma noite, pensou. Assim vieram outras noites, e era sempre o mesmo, não se lembrava dos sonhos, apenas tinha sensações. Claro que ela teria pesadelos, filtro de sonhos é apenas uma lenda. Ela teve. Tentou se lembrar, porque é isso que faz quando tem pesadelos, relembra todas as imagens, na esperança de que se enfrentá-las, elas não voltem nos outros dias. Não lembrava. Isso a deixou com raiva, gratidão e outros sentimentos que nem ela entendeu. Por que não lembrava do sonho? Por que não lembrava do pesadelo? A história, por mais tonta e incompleta que seja, termina aqui. Ela ainda dorme com o filtrador de sonhos, ela ainda passa a mão nele e sorri antes de dormir, ela ainda não lembra de seus sonhos.
Jéssica Corsso

Até mesmo seus textos sobre felicidade soam depressivos. Estranho. Sabe, ela ganhou um filtro de sonhos. Achou bonitinho e etc, mas aí acreditar que ele tenha algo de especial, algo que tire aqueles sonhos perturbadores… Aí é ser boba demais. Passou a primeira noite, nada lhe atormentou. Não lembrava de seu sonho, apenas acordou com uma sensação boa… Apenas uma noite, pensou. Assim vieram outras noites, e era sempre o mesmo, não se lembrava dos sonhos, apenas tinha sensações. Claro que ela teria pesadelos, filtro de sonhos é apenas uma lenda. Ela teve. Tentou se lembrar, porque é isso que faz quando tem pesadelos, relembra todas as imagens, na esperança de que se enfrentá-las, elas não voltem nos outros dias. Não lembrava. Isso a deixou com raiva, gratidão e outros sentimentos que nem ela entendeu. Por que não lembrava do sonho? Por que não lembrava do pesadelo? A história, por mais tonta e incompleta que seja, termina aqui. Ela ainda dorme com o filtrador de sonhos, ela ainda passa a mão nele e sorri antes de dormir, ela ainda não lembra de seus sonhos.

Jéssica Corsso


22/04/2012
12:28am
2 notes
Reblog



Passou a depender de si mesma, se distanciou dos amigos, melhor assim. Ela faz a própria felicidade. Não que às vezes não sinta falta… Às vezes se pergunta sobre a veracidade de suas amizades atuais. Antes ela confiava, acreditava em tudo e em todos. Ainda acredita. Mas só porque acha melhor acreditar. Às vezes ela vê um sinal ou outro de falsidade (?), não sei se é esta a palavra, mas às vezes sente que não é importante para os poucos amigos que lhe restam. Mas por que drama? Ela faz a própria felicidade. Ela desistiu de tanta coisa, desencanou de problemas bobos. Sorte dela. Antes ela… Não, não vou falar de antes. Chega de falar de agora também, e de suas desconfianças ou de sua felicidade. Chega. Afinal, ela sempre teve dificuldade em falar sobre felicidade.
Jéssica Corsso

Passou a depender de si mesma, se distanciou dos amigos, melhor assim. Ela faz a própria felicidade. Não que às vezes não sinta falta… Às vezes se pergunta sobre a veracidade de suas amizades atuais. Antes ela confiava, acreditava em tudo e em todos. Ainda acredita. Mas só porque acha melhor acreditar. Às vezes ela vê um sinal ou outro de falsidade (?), não sei se é esta a palavra, mas às vezes sente que não é importante para os poucos amigos que lhe restam. Mas por que drama? Ela faz a própria felicidade. Ela desistiu de tanta coisa, desencanou de problemas bobos. Sorte dela. Antes ela… Não, não vou falar de antes. Chega de falar de agora também, e de suas desconfianças ou de sua felicidade. Chega. Afinal, ela sempre teve dificuldade em falar sobre felicidade.

Jéssica Corsso


22/04/2012
12:12am
3 notes
Reblog
Tags:  meustextos #

Página 1 de 120 »